segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Pesquisa: 64% mudam forma de pagamento, se loja oferecer vantagens

Mesmo chegando à loja com a intenção de pagar pela compra com o cartão de crédito ou débito, os consumidores facilmente trocam a forma de pagamento, caso a loja lhes ofereça alguma vantagem adicional.

Uma pesquisa da GfK mostrou que 64% dos brasileiros dizem que alteram a forma de pagamento para dinheiro à vista ou outras formas. As mulheres são as mais propensas à oferta de vantagens: 66%.

A mesma inclinação pôde ser observada entre pessoas com idade de 35 a 44 anos (78%) e das classes C e D (65%).

"Eu mudaria"

A capital paulista apresenta uma elevada taxa de pessoas que, quando entrevistadas, afirmaram que alterariam a forma de pagamento mediante a oferta de vantagens, com 73% das pessoas fazendo tal afirmação. Na região metropolitana, a taxa cai para 64%.

Os homens são os mais insistentes quanto à forma de pagamento que desejavam utilizar inicialmente (27%), bem como os ouvidos com idades entre 45 e 55 anos (41%) e das classes A e B (28%).
Fonte: Info Money Pessoal

Pesquisa: 64% mudam forma de pagamento, se loja oferecer vantagens

Mesmo chegando à loja com a intenção de pagar pela compra com o cartão de crédito ou débito, os consumidores facilmente trocam a forma de pagamento, caso a loja lhes ofereça alguma vantagem adicional.

Uma pesquisa da GfK mostrou que 64% dos brasileiros dizem que alteram a forma de pagamento para dinheiro à vista ou outras formas. As mulheres são as mais propensas à oferta de vantagens: 66%.

A mesma inclinação pôde ser observada entre pessoas com idade de 35 a 44 anos (78%) e das classes C e D (65%).

"Eu mudaria"

A capital paulista apresenta uma elevada taxa de pessoas que, quando entrevistadas, afirmaram que alterariam a forma de pagamento mediante a oferta de vantagens, com 73% das pessoas fazendo tal afirmação. Na região metropolitana, a taxa cai para 64%.

Os homens são os mais insistentes quanto à forma de pagamento que desejavam utilizar inicialmente (27%), bem como os ouvidos com idades entre 45 e 55 anos (41%) e das classes A e B (28%).
Fonte: Info Money Pessoal

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

SÃO JOÃO

São João

São João, festa Junina (Lituano - Jonines) são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "festa de São João". Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da Europa - Dinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia -, mas são encontrados também na Irlanda, partes da Grã-Bretanha (especialmente Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália.

Brasil

No Brasil, recebeu o nome de junina (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque acontece no mês de junho. Além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais se oriundam as comunidades de imigrantes, chegados a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.




Uauá

A Festa de São João de Uauá, teve o seu inicio com a construção da Igreja Matriz, que foi construída com a adoção de São João como padroeiro do município. As festas antes realizadas na igrejinha de Senhor do Bonfim como os leilões, passaram a serem realizados na frente da nova igreja, assim começou os festejos de São João em Uauá.
Com o passar do tempo à festa cresceu, adquirido suas próprias características como as tradicionais Alvoradas, Passeatas e Entrega de Ramos, que começaram por volta de 1945, com Auto Barbosa, Seu Anísio, Chico Doropé, Manoel de Senhora, Jonas Cabaça e entre outros.
O São João como conhecemos hoje, com a festa na praça começou, com Veinho, que fazia o forró nos clubes até 1977, foi quando em uma noite de São João, saiu do clube e levou o povo para a praça tocando até o sol raiar em um palco que ficava colado nos fundos da Igreja.
O ápice do São João de Uauá aconteceu por volta da decada de 80 em 1990, o ex-prefeito José Borges Ribeiro, construiu a concha acústica de Uauá, uma obra grandiosa para a época, palco esse onde já passaram grandes astros da música nordestina como: O Trio nordestino, Alcimar Monteiro, Osvaldinho, Amelinha, Adelmario Coelho, Targino Gondim, Genival Lacerda, Jorge de Altino e muitos outros que encantaram, e continuam encantando o São João de Uauá.


Tradições

Alvorada

nascer do sol é o nome que se dá ao momento em que o Sol aparece no horizonte.. Em Uauá na Bahia é um momento de alegria, que acontece algumas vezes durante o ano em ocasiões especiais, principalmente nos festejos de São João, o povo invade as ruas na madrugada durante os 10 dias de festa, cantado músicas, em louvor ao padroeiro da cidade, São João Batista, e resgatando suas tradições.

UAUÁ BAHIA TERRA DO BODE

O Canto do Sabiá

Biografia: Antonio Sabino Marques (Cavachão)

Uauá, 02 Novembro de 1931, nasce na fazenda Pedra de Sal, Antônio Sabino Marques da Silva, filho de Ana Maria Silva e Sabino Marques da Silva, criança ativa, sapeca, ficou órfão de pai aos 7 anos de idade onde recebeu a proteção de vários amigos durante a infância, como o Sr. João Bodeiro, o seu padrinho Elias, Quimquim e Dona Alexadrina. Ainda criança morando na roça vinha à cidade só a passeio toda segunda-feira para a feira de livre de Uauá, assim foi se apaixonando pela cidade.

Cavachão
“Eu só vinha na cidade de oito em oito dias, um dia cheguei em Uauá e encontrei um circo na cidade foi ai que me apaixonei pelo danado do circo, foi ai que vim embora da roça para a cidade’’.

Por volta de 1941 aos 10 anos mudou-se definitivamente para a sede do município de Uauá onde vai morar na casa do Senhor Olimpio Cardoso, onde fazia serviços domésticos para sobreviver, carregava água, lenha e cuidava dos bichos, já rapaz começou a trabalhar como servente de pedreiro carregado massa, adobos e cavava valas, o pagamento vinha em forma de produtos como uma troca de farinha, rapadura e charque (carne do Sertão).
Bode e a cabra fazem a festa nos municípios do semi-árido baiano



Bode é um animal forte, resistente no semi-árido b

“Êeeeita bicho ´cabra da peste´!!!!”. Conhecido por toda a região nordestina, os caprinos são animais da família Bovidae que incluí bodes domésticos e cabras. Multifacetado, ele apresenta diversos significados na linguagem popular e grande importância na culinária sertaneja, além de ser instrumento básico para a subsistência do nordestino. No Estado da Bahia, os principais municípios que investem na criação do animal estão localizados no semi-árido, região definida principalmente pela capacidade de sobrevivência do animal nos períodos de seca, em que se predomina a pouca subsistência tanto para o bicho, quanto para o homem.
Dizem “cabra macho” quando querem se referir a um homem valentão; e quando querem mencionar que alguém se encrencou, afirmam: “olha onde ele foi amarrar o bode”. Expressões como essas são comuns no nordeste brasileiro e fazem naturalmente parte do vocabulário do sertanejo, afinal sendo bode ou a cabra o bicho “dá o que falar”. Mas não só de tradição popular vive os contos do bichano. O escritor pernambucano João Cabral de Melo Neto, membro da Academia Pernambucana e da Academia Brasileira de Letras afirma em Poema(s) da Cabra que “a cabra é o melhor instrumento de verrumar a terra magra/ Por dentro da serra e da seca/ não chega onde chega a cabra”.
CRESCIMENTO - Ainda hoje o escritor possui toda razão quando se fala da cabra, já que a criação do animal cresceu em todas as regiões do país, com exceção do sul. A caprinovinocultura (criação da cabra e do bode) aumentou nos últimos 30 anos no Brasil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente a região Nordeste concentra 93% de todo rebanho nacional, estando em segundo a região Sudeste com apenas 2,38%.
Na Bahia, no entanto, 4 milhões de caprinos são criados na região do Sertão do São Francisco abrangendo os municípios de Juazeiro, Uauá, Casa Nova, Monte Santo, Ipirá, Remanso, Campo Alegre de Lourdes, Couraçá, Pilão Arcado, Campo Formoso, Sento Sé e Canudos. O Estado é considerado o principal criador do país com 40% do efetivo nacional. A produção é focada para a comercialização da carne, porém está crescendo também, a produção do leite.
De acordo com o técnico do Programa Sertão Produtivo, da Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária do Estado, André Rocha, “a profissionalização existente hoje está aquém do desejado. Nosso programa tem um foco voltado desde o apoio ao agricultor até chegar a comercialização do produto (carne ou leite). Hoje em dia fomentamos a qualidade na produção através de visitas técnicas nessa região e facilitando o arranjo da cadeia produtiva (criador-comprador)”.
ATOLADO DE BODE – A carne caprina é uma das mais saudáveis entre as carnes vermelhas por possuir baixo teor de gordura (2,8%) e baixo teor de colesterol, e por possuir também mais proteínas e ferro. No nordeste a carne do bichano é bastante consumida, principalmente entre os sertanejos. Entre os pratos principais estão o Assado (carne assada), Atolado de Bode (carne frita coberta com pirão de aipim), Buchada de Bode (Vísceras de Bode) e o Ensopado de Bode (carne cozida com caldo).
Pouco se sabe, mas em São Paulo a carne de bode é bastante consumida, mas os pratos preparados na capital econômica do país, mantêm a singularidade da sofisticação encontrada em uma grande metrópole. O restaurante La Vechia Cucina vende aos seus fregueses seis bodes por semana, e o consumo se dá através do prato principal feito com a carne do bode assada lentamente ao vinho branco e servido com polenta. No Brasil, além da carne, o leite caprino está sendo bastante consumido por ser consideravelmente saudável e rico em extrato seco e gordura além de ser utilizado para a produção de queijo. O animal ainda fornece o pelo, o couro, o esterco e a tração.
BODE EXPIATÓRIO - No ano de 447, os bispos cristãos fizeram sua primeira descrição oficial do diabo. Na versão medieval, ele seria imenso e escuro com grandes chifres na cabeça e por isso, quem comesse a carne do bode estaria realizando um pacto com “aquele que não se diz nem o nome”. As famílias mais ricas da região que criavam muitos desses animais se renderam aos prazeres da carne e pressionaram os bispos a escolher uma outra figura para fazer de “bode expiratório”. Sem muita criatividade, o bicho escolhido foi a cabra, que era consumida nas famílias de baixa renda, que utilizavam o bicho de todas as maneiras, principalmente com o consumo da carne e do leite.
A mais conhecida consumidora do leite de cabra foi a última rainha egípcia da dinastia Ptolemaica (305 a 30 a.C.) a excêntrica e sedutora Cleópatra VII, que co-governou o reino Egípcio, primeiramente ao lado de seu pai, o Rei Ptolomeu XII, posteriormente ao lado do seu irmão com quem casa-se mais tarde e, por fim, ao lado do seu filho. Uma das muitas excentricidades da Rainha era banhar-se com leite de cabra e receber massagem de coalhada feita do mesmo leite.
Petrolina... Juazeiro. Juazeiro... Petrolina!


PONTE PRESIDENTE DUTRA ENTRE PETROLINA/JUAZEIRO (BAHIA E PERNAMBUCO)



Minhas pontes não são bonitas. Não são sequer famosas. Mas são minhas, ora! Abaixo, uma música do compositor pernambucano Jorge de Altinho que, claro, também escreveu sobre pontes. Fiquem com a composição.


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Petrolina-Juazeiro
Jorge de Altinho
Composição: Jorge de Altinho

Nas margens do São Francisco nasceu a beleza
E a natureza ela conservou
Jesus abençoou com sua mão divina
Pra não morrer de saudade vou voltar pra Petrolina
Do outro lado do rio tem uma cidade
Que na minha mocidade eu visitava todo dia
Atravessava a ponte, mas que alegria
Chegava em Juazeiro, Juazeiro da Bahia
Petrolina, Juazeiro
Juazeiro, Petrolina
Todas as duas eu acho uma coisa linda
Eu gosto de Juazeiro
Mas adoro Petrolina
Ainda me lembro dos meus tempos de criança
Esquisita era a carranca e o apito do trem
Mas achava lindo quando a ponte levantava
E o vapor passava num gostoso vai-e-vem
PONTE PRESIDENTE DUTRA - LIGA AS CIDADES DE JUAZEIRO NA BAHIA A PETROLINA EM PERNAMBUCO.
PRINCIPAL ELO DE LIGAÇÃO ENTRE O SUDESTE COM O NORDESTE